Ciclo da dor, saiba quais são os sintomas, como identificar e trata-los
Neste artigo, vamos entender o que é o ciclo da dor e desvendar o papel crucial da fisioterapia ortopédica na sua identificação e tratamento.
Muitas pessoas experimentam a dor em algum momento de suas vidas, mas nem todas entendem como essa dor pode se transformar em um ciclo vicioso que afeta tanto o corpo quanto a mente. Independentemente da causa inicial, a dor pode levar a uma série de sintomas que aos poucos se reforçam mutuamente, criando um ciclo difícil de quebrar.
Conteúdo desse artigo
clique e saiba quais são os tópicos tratados nesse artigoO que é o ciclo da dor?
Exemplo prático das etapas do ciclo da dor
Efeitos físicos, sociais, emocionais e psicológicos da dor crônica
Problemas físicos
Problemas sociais
Problemas emocionais
Problemas psicológicos
Como quebrar o ciclo da dor?
Realização de exercícios regulares
Identificar a causa da dor
Tratamento da causa raiz da dor
O que não se deve fazer?
1° Ficar em repouso prolongado
2° Tomar medicação sem prescrição em excesso
Conheça o Studio Physio
Tratamento especializado e personalizado em Fisioterapia Ortopédica
O que é o ciclo da dor?
O ciclo da dor (ou ciclo da dor crônica) é um processo autossustentável onde a dor desencadeia uma série de problemas físicos e emocionais que perpetuam a própria dor.
Exemplo prático das etapas do ciclo da dor
Imagine uma pessoa que adquiriu condromalácia patelar (lesão da cartilagem que reveste a região articular da patela no joelho) e agora sente dores ao realizar movimentos bruscos.
A dor faz com que essa pessoa evite praticar esportes e até atividades rotineiras (como subir e descer escadas);
Com o tempo, a falta de atividades físicas leva a fraqueza e à rigidez nos músculos ao redor do joelho;
Com isso, a dor se torna mais forte e constante;
Com o aumento da dor, a pessoa adquire cinesiofobia (medo de realizar movimentos) por receio de sentir mais dores ou piorar sua condição;
Por isso ela começa a sentir-se ansiosa e preocupada com a possibilidade de nunca se recuperar;
A ansiedade e a falta de atividades físicas afetam seu sono, impedindo que descanse adequadamente;
A falta de sono e a dor contínua reduzem sua produtividade no trabalho.
Com o passar do tempo, se o ciclo não for interrompido, cada componente do ciclo alimenta os outros, tornando-o cada vez mais forte.
“Esse ciclo consiste em uma série de fatores que levam o paciente a diferentes estágios. Superar e quebrar o ciclo da dor jamais será algo fácil. Alguns pacientes chegam a ficar acamados ou em quadros depressivos, e isso não é tão incomum quanto pensamos. A abordagem do tratamento vai depender da origem da dor. Em suma, a resolução dos problemas passará por dois fatores: ENTENDER o ciclo e QUEBRÁ-LO", explica Priscila Lima, fisioterapeuta especialista em reabilitação musculoesquelética do Studio Physio da unidade Alphaville.
Efeitos físicos, sociais, emocionais e psicológicos da dor crônica
Sabemos o que é o ciclo da dor, mas quais áreas da vida são de fato afetadas quando nós lidamos com ele?
Problemas Físicos
A dor crônica frequentemente começa com problemas físicos. A dor inicial pode levar à inatividade, resultando em fraqueza muscular, rigidez nas articulações e até condições como a obesidade. Além disso, a dor contínua pode afetar a postura e a mobilidade, limitando a capacidade de realizar atividades diárias.
Problemas Sociais
Os impactos físicos da dor crônica podem se estender para a vida social do indivíduo. Limitar a capacidade de participar de atividades sociais, interagir com amigos e familiares e manter relações interpessoais saudáveis.
Problemas Emocionais
O isolamento social pode, por sua vez, intensificar sentimentos de solidão e depressão, alimentando o ciclo da dor. Sentimentos de frustração, tristeza e desesperança são comuns em pessoas que sofrem de dor contínua.
Problemas Psicológicos
Sentimentos de frustração e a reclusão social podem evoluir para ansiedade e depressão, que não apenas pioram a percepção da dor, mas também dificultam a recuperação. Os aspectos psicológicos do ciclo da dor envolvem o estresse constante da luta para lidar com a dor e suas consequências.
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Como quebrar o ciclo da dor?
Quebrar o ciclo da dor pode ser desafiador, mas com um acompanhamento especializado, e com estratégias certas, é possível supera-lo e melhorar a qualidade de vida.
Realização de exercícios regulares
Antes de pensar em como quebrar o ciclo da dor é importante ressaltar como não entrar nele. Exercícios realizados com acompanhamento de profissionais reduzem consideravelmente a possibilidade de lesão, por isso esteja sempre ativo fisicamente, pratique esportes e atividades físicas regularmente com acompanhamento profissional.
Identificar a Causa da Dor
Identificar a causa da dor é essencial para um tratamento eficaz. Um diagnóstico preciso permite que os profissionais de saúde desenvolvam um plano de tratamento adequado. É imprescindível o apoio especializado para realizar uma avaliação completa e diagnosticar a origem precisa da dor, seja ela física ou emocional.
Tratamento da causa raiz da dor
A partir do momento que a causa da dor foi identificada, é importante realizar um tratamento eficaz, que possibilite condições para que o paciente quebre o ciclo. A fisioterapia ortopédica tem papel crucial nesses casos, promovendo condições para reabilitação do paciente.
Relembremos o exemplo do paciente com condromalácia patelar, dependendo da intensidade de seu quadro, a cinesiofobia pode chegar a patamares onde o paciente deverá "reaprender" a realizar tarefas de seu cotidiano e é aí que entra o papel do fisioterapeuta ortopédico.
O que não se deve fazer?
Assim como no tratamento de qualquer patologia, existem boas e más ações que se pode ter enquanto estiver enfrentando o ciclo da dor. Nesse tópico vamos tratar de dois fatores que prolongam e não necessariamente encerram esse ciclo.
1° Ficar em repouso prolongado
Durante um tratamento, o repouso é recomendado em situações específicas. Por exemplo, em casos de lesão ortopédica, o repouso pode ser recomendado na fase aguda da dor. Porém, após esse período, o repouso poderá piorar o quadro do paciente em decorrência do enfraquecimento muscular, por exemplo. Por isso a realização de atividades físicas é a forma mais simples e uma das mais eficazes no tratamento de lesões muscoesqueléticas.
No entanto, existe importante distinção entre atividade física para prevenção de doenças crônicas, para condicionamento físico ou para reabilitação. É importante a presença de um profissional que defina o tipo, a frequência, a intensidade e a duração das atividades realizadas pelo paciente.
2° Tomar medicação sem prescrição em excesso
O uso de analgésico pode auxiliar principalmente nos momentos iniciais do tratamento ortopédico, na fase aguda da dor. Quando o paciente faz auto medicação de forma deliberada, sem se preocupar em tratar a causa raiz da dor, com o passar do tempo, necessitará de dosagens cada vez mais altas.
É importante entendermos que os analgésicos devem ser gradualmente diminuídos e não o contrário, o uso prolongado da medicação pode ocasionar outras complicações.
Conheça o Studio Physio
Uma clinica de fisioterapia com profissionais especializados em reabilitação muscoesquelética prontos para solucionar os problemas de nossos pacientes.
Com sua sólida formação acadêmica e anos de experiência clínica, os profissional do Studio Physio se dedicam ao cuidado e bem-estar dos seus pacientes. A paixão por aprender e aprimorar constantemente nossas habilidades nos mantém atualizados sobre as últimas práticas e técnicas no campo da fisioterapia.
No Studio Physio, todas as nossas fisioterapeutas são formadas e possuem pós-graduação em áreas específicas da saúde para potencializar os resultados de nossos pacientes. Dessa forma, você pode ter a confiança de que suas necessidades serão completamente atendidas, com tratamentos personalizados que visam a recuperação e o bem-estar.
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Priscila Lima
Graduada em
Fisioterapia - CREFITO - 3/302748 - F
Pós Graduada em
Fisioterapia pélvica;
Reabilitação musculoesquelética traumato ortopédica desportiva;
Fisiologia clínica do exercício.
Cursos Complementares
Liberação Miofascial;
Liberação neural;
Ativação cerebral para alivio da dor;
Bandagem elástica funcional;
Ventosaterapia;
Drenagem Linfática Manual;
Dry Needling;
Massagem Desportiva;
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Daiany Alves
Graduada em
Fisioterapia - CREFITO - 3/299759 - F
Pós Graduada em
Fisioterapia pélvica.
Cursos Complementares:
Atualização em Fisioterapia Cardiovascular e Respiratória
Liberação Miofascial;
Drenagem Linfática Manual;
Ventosaterapia
Massagem Desportiva;
Massagem Relaxante.
Bianca Lima
Graduada em
Fisioterapia - CREFITO - 3/284329 - F
Pós Graduada em
Terapia intensiva;
Fisiologia clínica do exercício.
Cursos Complementares:
Liberação miofascial;
Liberação neural;
Ativação cerebral para alivio da dor;
Ventosaterapia;
Drenagem linfática manual;
Dry needling;
Massagem nesportiva;
Massagem relaxante.
Cristina Santos
Graduada em
Fisioterapia - CREFITO - 3/298069 - F
Pós Graduada em
Fisioterapia pélvica;
Reabilitação musculoesquelética traumato ortopédica desportiva;
Fisiologia clínica do exercício.
Cursos Complementares
RPG - Reeducação Postural Global
Liberação Miofascial;
Liberação neural;
Bandagem elástica funcional;
Ventosaterapia;
Drenagem Linfática Manual;
Dry Needling;
Massagem Desportiva;
Massagem Relaxante.